Segundo a prefeitura, os casos foram registrados na região da Vila Mathias. A administração municipal ainda investiga outros quatro pacientes com suspeita da doença.
A prefeitura de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) confirmou, nesta segunda-feira (8), os primeiros dois casos de chikungunya na cidade neste ano. Outros quatro casos estão em investigação.
Segundo a Secretaria de Saúde do município, ambos os casos foram registrados na região da Vila Mathias, na zona norte da cidade. Apenas um deles é importado, uma vez que a vítima trabalha na zona rural de Manduri (SP). Não há informações sobre o estado de saúde dos pacientes.
Em nota, a prefeitura informou que começou a nebulização na Vila Mathias e no Parque das Nações após as notificações.
“A equipe de controle de vetores orienta que os moradores autorizem a nebulização e que durante o serviço a casa fique aberta e com os moradores e animais do lado de fora enquanto isso”, diz a publicação.
Nas áreas urbanas, a chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue, que já infectou 1.339 pessoas na cidade, segundo a administração municipal. Nas zonas rurais, a doença também pode ser transmitida pelo Aedes albopictus, da febre amarela.
Sintomas
Segundo o Ministério da Saúde (MinSaúde), o principal sintoma da doença é a febre alta, de início repentino, acima de 38,5º, dor de cabeça, dores nos músculos e nas articulações e manches vermelhas na pele.
Diferente da dengue, as dores causadas pela doença são intensas nas articulações de pés, mãos, tornozelos e pulsos.
Ainda de acordo com o MinSaúde, não existe uma forma hemorrágica da chikungunya e é raro surgirem complicações graves, embora a artrite possa continuar ativa por muito tempo.
Fonte: G1


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