21 de agosto de 2026
PALMITAL DUPLICADA
As confusões entre as duas cidades batizadas Palmital, a nossa, original e legítima, e a cópia, no Paraná, continuam acontecendo. O caso de repercussão no momento é do médico que atendia em nossa Palmital e guardava drogas no consultório. Sites de notícias da Palmital cópia, do Paraná, repercutiram nossa notícia como sendo deles e confundiram o público leitor. O médico e a droga são todos nossos.
HIDRANTE SECRETO
A falta de registro e mapeamento das redes de água e esgoto da cidade sempre foi empecilho para os serviços de manutenção preventiva e corretiva. Exemplo da ausência de identificação de equipamentos é a possível existência de um hidrante subterrâneo em frente à Praça Cel. José Machado (Matriz), na rua Sete de Setembro, muito próximo do automóvel que se incendiou na segunda-feira. Só os velhos sabem.
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ALERGIA MATRIMONIAL
Mantendo a solteirice intacta desde a primeira posse, em 2021, o já não tão jovem prefeito de Palmital apoia e incentiva os casamentos com cerimônias coletivas para unir casais. Apesar da divulgação e da excelente repercussão do evento, o alcaide não compareceu para prestigiar os casórios alheios, nem como padrinho ou para colher os frutos da própria iniciativa. Ele não arrisca.
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LADRÃO TRABALHADOR
O furto de milho seco com o uso de colheitadeira, verificado na Água dos Aranhas no último domingo, rebaixou os ladrões de milho verde a meros trombadinhas. Em uma só caçambada, o esforçado maquinista, que trabalha até de domingo à noite, subtraiu cerca de 100 sacas do produto que, no momento, está em baixa no mercado de cereais. Mesmo assim, faturou cerca de 6 mil reais.
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“…disputa presidencial que se resume a dois nomes conhecidos dos meios policiais e judiciais…”
A aproximação das eleições para a escolha de presidente, governador, dois senadores e deputados estadual e federal faz com que muitos reclamem da falta de opção de candidatos competentes e honestos, cada vez mais raros na política nacional.
A polarização extremada entre dois grupos que se dizem de direita e de esquerda, ambos envolvidos em grandes falcatruas e coniventes com o antigo método de entreguismo e corrupção criado pelas elites colonizadoras e mantido pelas elites colonizadas, se mostra inútil diante da semelhança entre os candidatos.
A disputa presidencial que se resume a dois nomes conhecidos dos meios policiais e judiciais prova que o eleitor de qualquer deles não deve e não pode criticar a opinião e o voto alheio, uma vez que ambos possuem fichas criminais extensas, mesmo com a enorme proteção que recebem.
Estrelas dos maiores e mais explícitos escândalos da história recente do país, Lula e qualquer Bolsonaro da família são meros representantes do sistema corrupto operado pelo chamado centrão que, sem definir posição para não perder espaço, apenas espera pelo eleito para manter a organização funcionando por mais outros longos quatro anos.
Para escolher entre dois representantes da engrenagem corrupta que defenestra o pais há mais de 500 anos, temos uma horda de mais de 150 milhões de eleitores com pouco sentido de justiça, quase nenhum valor ético e muito menos os princípios morais que devem reger uma sociedade civilizada.
Cada qual interessado apenas em sua vantagem pessoal ou de seus grupos econômicos e sociais, significativa parte do eleitorado brasileiro sucumbe diariamente à sonegação fiscal, à corrução, à falsificação de documentos, à inadimplência planejada ou a qualquer vantagem oferecida pelos corruptores, incluindo a venda do próprio voto.
Com um sistema eleitoral viciado, criado e mantido para perpetuação dos mais espertos nos cargos, em que o voto de um paulista vale menos de 20 vezes o do eleitor de Roraima, que os votos a um candidato conhecido elege vários outros anônimos, e cuja campanha milionária é bancada pelo bolso dos próprios eleitores, fica cada vez mais difícil acreditar em democracia participativa.
Em mais uma eleição definida pela rejeição, pela opção ao menos desonesto, ou simplesmente pela paixão cega, o eleitor corrompido pelo interesse ou pela ideologia vai, obrigatoriamente, eleger um dos dois corruptos.
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Ipem-SP verifica e aprova dois radares que fiscalizam velocidade na rodovia Nelson Leopoldino
Objetivo é verificar se a leitura dos radares está em conformidade com a velocidade permitida na via pública, bem como se a velocidade do veículo que o radar registra está correta e de acordo com a legislação
O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, realizou verificação metrológica na quinta-feira (20/08) nos radares instalados na rodovia Nelson Leopoldino (SP-375). Um deles está no trevo principal da cidade e outro antes da rotatória que dá acesso à Destilaria Tirolli, na vicinal que faz ligação com Cândido Mota.
Os instrumentos, que estão em trechos com velocidade máxima de 60 km/h, foram aprovados. Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo.
Conforme a portaria Inmetro 158/2022, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo. A obrigatoriedade da fiscalização do Ipem-SP também é feita para manter a relação de confiança entre o cidadão e o governo. Os radares de velocidade têm o objetivo de reforçar a segurança viária através do monitoramento constante de vias e rodovias, prevenindo acidentes e contribuindo para a proteção do cidadão, fazendo com que os condutores respeitem o limite de velocidade permitido.
A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.
Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.
Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro. Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.
A ação foi realizada pela equipe de fiscalização da regional do Ipem-SP em Marília.
Em 2025, o Ipem-SP verificou 8.624 radares nos 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo.
A verificação metrológica
O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:
Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.
Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.
Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.
Em geral, os medidores são constituídos por:
– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.
– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.
– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.
– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.
– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.
Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).
As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.
Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.
Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br/
Fonte: Assessoria de Imprensa do Ipem-SP
O escândalo de possível desvio de combustível que envolve os principais assessores da prefeita Telma Spera, de Assis, rendeu mais um capítulo.
O MP-SP – Ministério Público do Estado de São Paulo – ofereceu denúncia contra nove pessoas investigadas por roubo e ameaça contra o vereador Fernando Sirchia, presidente da CPI dos Combustíveis, que apura irregularidades no abastecimento da frota da Prefeitura Municipal de Assis.
Entre os denunciados está o advogado Leandro Aguilera Bergonso, que foi secretário de Governo e considerado o “número 1” entre os assessores da prefeita Telma Spera.
Leandro pediu exoneração do cargo em meados de julho, logo depois das primeiras prisões do caso, alegando “massacre” à sua imagem pública e ataques a familiares.
Na manifestação do MP-SP protocolada na Justiça em 14 de agosto e tornada público na quinta-feira (20/08), a promotoria de Assis pediu a prisão preventiva de Bergonso.
Ele teria participado do planejamento da ação criminosa contra o vereador e, como responsável pelo CCO – Centro de Controle Operacional – da Prefeitura, teria autorizado a supressão de registros do sistema de monitoramento por vídeo da cidade.
Segundo a denúncia, a supressão das imagens não teria sido uma medida adotada apenas depois do ataque. O MP afirma que o ex-secretário de Obras Leandro Gabrigna e os funcionários comissionados Wagner Binati e Matheus Felício, presos pela Polícia Civil no mês passado, teriam combinado previamente com Bergonso que as imagens das câmeras não seriam preservadas nem entregues aos investigadores do caso.
De acordo com a Promotoria, essa garantia teria integrado a divisão de tarefas do grupo e garantido segurança aos envolvidos para realizar a abordagem nas proximidades de equipamentos de videomonitoramento.
A denúncia afirma que Bergonso, junto com o servidor do CCO Hugo Ricardo Gonçalves, teria atuado para modificar os registros digitais com o objetivo de dificultar a produção de provas para eventual investigação criminal.
Segundo o MP, entre 31 de março e 24 de abril de 2026, o então secretário de Governo e o servidor do CCO teriam alterado artificiosamente o estado dos registros do sistema, conduta enquadrada pela Promotoria como fraude processual.
A denúncia aponta que eles fizeram intervenção no software Luxriot EVO, para comprometer o histórico de auditoria e dificultar a identificação de eventuais exclusões ou alterações dos dados.
Na denúncia, o MP-SP atribui a Leandro Bergonso quatro crimes: roubo majorado, coação no curso do processo, fraude processual majorada e associação criminosa armada. A acusação sustenta que o advogado teria concorrido para a coação e o roubo praticados contra Fernando Sirchia e também para a fraude processual relacionada aos registros do sistema de monitoramento.
As imputações apresentadas pela Promotoria ainda serão analisadas pela Justiça, que poderá ou não decretar a custódia do advogado.
O MP denunciou Leandro Gabrigna, Wagner Binati e Matheus Felício por roubo majorado, coação no curso do processo, fraude processual e associação criminosa armada e pediu a prisão preventiva dos três.
Rodrigo Timóteo e Eduardo Góes foram denunciados por crimes relacionados ao roubo e também tiveram as prisões requeridas.
André Victor Pereira de Moraes, que praticou o crime à mão armada contra o vereador, deve responder por roubo, coação e associação criminosa. Hugo Ricardo Gonçalves foi denunciado por fraude processual na atuação no CCO, com recomendação de medidas cautelares, incluindo afastamento do serviço da central de vídeo e suspensão dos acessos aos sistemas dos dados do monitoramento.
Por Bruna Lima Belordi Pontremolez*
Há uma pergunta que nós, mulheres, precisamos aprender a fazer sem culpa: “Se amanhã eu precisar recomeçar, eu tenho condições financeiras para seguir?”
Não é uma pergunta sobre casamento. Não é uma pergunta sobre amor. Não é uma pergunta sobre desconfiar de quem está ao nosso lado. É uma pergunta sobre liberdade.
Neste Agosto Lilás, enquanto falamos sobre violência contra a mulher, talvez seja hora de ampliar a conversa. Porque violência não começa necessariamente com um tapa. Às vezes, começa quando alguém passa a controlar nosso salário, esconde documentos, impede que trabalhemos, contrai dívidas em nosso nome, decide sozinho como o dinheiro da casa será utilizado ou nos convence de que não precisamos ter uma conta bancária própria.
A Lei Maria da Penha, em seu artigo 7º, IV, define como violência patrimonial a retenção, subtração ou destruição de objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores, direitos ou recursos econômicos da mulher, inclusive aqueles destinados às suas necessidades.
Isso significa algo que muitas de nós ainda precisamos ouvir: dinheiro também é assunto de direito. E falar sobre independência financeira, portanto, não é transformar a mulher em uma máquina de produzir dinheiro. É falar sobre autonomia, dignidade e possibilidade de escolha.
Durante muito tempo, ensinamos nossas meninas a serem cuidadoras, companheiras, mães, esposas, profissionais dedicadas. Mas quantas aprenderam a ler um contrato? Quantas sabem exatamente quanto ganham, quanto gastam e quais bens estão registrados em seu nome? Quantas têm uma reserva financeira que não depende do conhecimento ou da autorização de outra pessoa?
Independência financeira não significa necessariamente ter um salário alto. Pode começar com pequenas atitudes: conhecer a própria renda, acompanhar a movimentação bancária, guardar documentos, compreender contratos, saber quais dívidas existem em seu nome e ter, quando possível, algum dinheiro reservado para emergências.
Conhecimento financeiro é uma forma silenciosa de proteção.
E há uma diferença importante: não estou dizendo que toda mulher precisa abandonar um relacionamento, nem que ter dinheiro resolverá uma situação de violência. Também não podemos colocar sobre a vítima a responsabilidade pelo comportamento do agressor.
Estou dizendo outra coisa: quanto maior a autonomia, maior pode ser a capacidade de tomar decisões quando a vida exigir.
Neste ano, a campanha Agosto Lilás, ganha ainda um significado especial: a Lei Maria da Penha completa 20 anos. A legislação, tornou-se um dos principais instrumentos brasileiros de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.
Mas uma lei só alcança plenamente sua finalidade quando a mulher conhece os direitos que ela garante. Por isso, neste Agosto Lilás, minha proposta é que conversemos entre nós sobre dinheiro.
Sem vergonha. Sem julgamento. Sem a ideia de que falar sobre patrimônio é falta de romantismo. Vamos ensinar nossas filhas a trabalhar, mas também a negociar salário. Vamos ensinar nossas mães a cuidar da família, mas também a olhar seus próprios documentos. Vamos ensinar nossas amigas a amar, mas sem abrir mão da própria identidade. Vamos ensinar que ter uma conta, uma profissão, uma reserva, conhecimento e documentos sob nosso controle não significa amar menos.
Significa saber que, se a vida nos obrigar a escolher um novo caminho, teremos pelo menos uma parte do caminho em nossas próprias mãos.
E talvez essa seja uma das conversas mais importantes que uma mulher pode ter com outra mulher neste Agosto Lilás:
“Você sabe o valor do seu trabalho. Você conhece os seus direitos. E, principalmente, você não precisa pedir permissão para construir a própria liberdade.”
(*) Bruna Lima Belordi Pontremolez- Especialista em direito das Famílias
VÍDEO: “Perdi metade da minha família”, lamenta advogado que perdeu pais e irmãos em acidente com explosão no MS
“Perdi metade da minha família.” A frase é do advogado Sidnei Doná, de 60 anos, que perdeu os pais, José e Natalina, e os irmãos Sérgio e Ana Maria no grave acidente ocorrido na tarde do último domingo (16/08), na BR-163, em Bandeirantes (MS). Os quatro estavam em um Toyota Etios atingido durante um engavetamento que terminou com uma explosão e deixou os ocupantes do veículo mortos.
A família, natural do interior de São Paulo, seguia viagem para Ariquemes (RO), onde participaria do casamento de Sidnei, marcado para esta sexta-feira (21/08). Segundo o advogado, todos estavam felizes com a viagem, especialmente porque sua esposa está grávida de seis semanas e a cerimônia era aguardada pela família. A mãe, inclusive, tinha o desejo de ver o filho se casar na igreja.
Sidnei contou que soube do acidente pela televisão e ficou preocupado após perceber que não conseguia mais contato com a mãe e os irmãos. A família procurou a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Civil e buscou informações sobre o veículo. Na segunda-feira (17/08), conseguiu confirmar, por meio do número do chassi e da placa, que o Etios envolvido no acidente era o carro da família.
Entre as vítimas estava Sérgio Doná, pesquisador da Apta de Assis que realizou estudos agronômicos em Palmital e região, que deixou mulher e filhos. Ana Maria também deixou esposo e uma filha de 15 anos. Os corpos ficaram carbonizados após a explosão estão no IML de Campo Grande e familiares precisaram fornecer material genético para auxiliar na identificação. A intenção da família é realizar o velório em Campos Novos Paulista, onde residem Ana Maria, José e Natalina, mas ainda não havia previsão para o funeral.
Ainda tentando assimilar a tragédia, Sidnei destacou a união e a fé dos familiares. “Perdi mais da metade da minha família”, afirmou, lembrando dos pais e dos irmãos como pessoas cuidadosas, religiosas e muito próximas. Segundo ele, a família fazia questão de permanecer unida e será lembrada principalmente pela fé e pelo carinho entre seus integrantes.
Fonte: Campo Grande News
Cart realiza interdições em vicinal de Palmital para serviços de melhoria no pavimento
A vicinal PMT-317, em Palmital, receberá obras de melhorias no pavimento na sexta-feira (21/08). A Cart Concessionária de Rodovias executará serviços de recuperação da via no período das 7h às 18h. O trecho fica na ligação entre a Raposo Tavares e a Usina Enersugar.
Os trabalhos estarão concentrados entre o km 0 e o km 1, em ambos os sentidos. Durante a realização dos serviços, será adotado o sistema Pare e Siga para o controle da circulação de veículos no local.
Em razão da restrição temporária no trecho, a Cartorienta os motoristas a redobrarem a atenção à sinalização, reduzirem a velocidade ao se aproximarem do local em obras e respeitarem as orientações dos operadores de tráfego.
Fonte: Lettera/Assessoria de Comunicação da Cart
Delegado da PF de Marília é alvo de operação contra venda de informações sigilosas de investigações da corporação
A Polícia Federal realizou, na manhã desta quarta-feira (19/08), a Operação Sinon para investigar um suposto esquema de corrupção envolvendo o fornecimento indevido de informações sigilosas de apurações policiais em troca de vantagens financeiras dentro da corporação.
Um delegado da própria Polícia Federal é um dos principais alvos da investigação. Segundo a PF, desde 2023, José Navas Júnior teria usado a função e o acesso a sistemas corporativos da instituição para fazer consultas direcionadas sobre pessoas e procedimentos que eram alvos de investigações.
De acordo com a PF, as informações obtidas eram repassadas aos investigados, permitindo que eles adotassem medidas para dificultar ou frustrar diligências policiais.
Os vazamentos beneficiariam organizações criminosas ligadas a contrabando de cigarros, trabalho escravo, lavagem de dinheiro, crimes ambientais e desvios de recursos públicos, segundo os investigadores.
Além do delegado, advogados e empresários também são alvo da operação dos federais. Ao todo, os agentes cumprem oito mandados de busca e apreensão em endereços em São Paulo e no Rio Grande do Sul. A Justiça também determinou medidas de bloqueio e sequestro de bens.

As ordens foram autorizadas pela 1ª Vara Federal da Justiça Federal em Marília, no interior de São Paulo.
O g1 tenta contato com a defesa do delegado, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.
Medidas contra o delegado
Além das buscas, a Justiça determinou medidas cautelares contra o delegado, incluindo a suspensão do exercício da função pública e a proibição de acesso às dependências, aos sistemas e aos recursos tecnológicos da Polícia Federal.
A investigação apura os crimes de violação de sigilo funcional, corrupção passiva e ativa, associação criminosa e embaraço à investigação de organização criminosa.
Segundo a PF, as investigações continuam para identificar todos os envolvidos, esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados e dimensionar os possíveis danos provocados às investigações policiais afetadas.
Fonte: g1.
Mulher é esfaqueada após recusar relacionamento amoroso; homem é preso
Um homem esfaqueou uma mulher, nesta quarta-feira (19/08), em Rosana (SP), e foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio.
De acordo com a Polícia Civil, após denúncia, o homem foi encontrado em uma via pública com as mãos manchadas de sangue. Ele estava visivelmente alterado e dizia frases que menosprezavam a condição de mulher da vítima.
Relatos de uma testemunha do crime afirmam que, horas antes, houve uma confraternização entre o homem e a vítima. Horas depois, ainda segundo a testemunha, ele voltou à residência da mulher com uma faca e exigiu entrar.
Já dentro da casa, o homem passou a esfaquear a mulher e foi interrompido pela testemunha, o que fez com que o autor das facadas fugisse.
A motivação do crime, conforme informou a polícia, foi o fato de a mulher se recusar a manter uma relação amorosa com o homem.
A vítima foi socorrida e encaminhada para um hospital do distrito de Primavera, onde passaria por cirurgia. A Polícia Civil requisitou exames periciais ao Instituto de Criminalística e ao Instituto Médico Legal (IML).
A autoridade policial também solicitou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. O preso será encaminhado à Cadeia Pública, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Fonte: g1.


