24/01/2022 – Nhair Rodrigues (Tia Ida), aos 92 anos, solteira. Sepultamento amanhã (25/01), às 10 horas. O velório ficará suspenso das 22h às 6h.
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Cotidiano
Polícia investiga morte de bebê que recebeu injeção de remédio anestésico por engano em hospital
by Bruno
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A Polícia Civil em Bastos (SP) vai investigar as causas da morte de um bebê de 1 ano e 6 meses que estava internado no hospital da cidade.
De acordo com informações da avó da criança, Maria Madalena da Costa, Luiz Eduardo Pedro Costa era morador de Parapuã e estava internado no Hospital de Bastos desde terça-feira da semana passada (18/01) para o tratamento de estomatite.
O bebê morreu na manhã de sábado (22/01) após receber a aplicação de fentanil, um medicamento anestésico com um fortíssimo relaxante muscular usado na intubação de pacientes.
A produção da TV TEM entrou em contato com o diretor administrativo do hospital, Cleber Fatarelli, que confirmou o erro na medicação.
Segundo ele, uma auxiliar de enfermagem que trabalha no hospital há mais de 15 anos alegou ter se confundido com a seringa da aplicação do remédio, que seria para um idoso internado no quarto ao lado de Luiz.
Uma sindicância foi aberta pelo hospital, que é administrado por uma associação beneficente, para apurar os fatos e a auxiliar de enfermagem já foi afastada.
As seringas foram apresentadas à Polícia Civil, que deve começar a ouvir os depoimentos na segunda-feira (24/01).
Ainda segundo a família, o corpo de Luiz Eduardo foi encaminhado ao IML de Oswaldo Cruz, na região de Presidente Prudente, e será velado e sepultado na manhã de domingo (23/01), em Parapuã (SP).
Fonte: G1
Trabalhador rural morre após ficar preso em triturador de milho em fazenda
by Bruno
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Um trabalhador rural de 53 anos morreu na manhã de domingo (23/01) após ficar preso em uma máquina que tritura milho em uma fazenda de Arealva (SP).
De acordo com o boletim de ocorrência registrado como morte acidental, Ismael dos Santos trabalhava quando subiu no equipamento puxado por um trator, mas ele ficou preso no triturador.
O trabalhador rural sofreu lesões graves e morreu no local do acidente. A perícia foi acionada e a Polícia Civil solicitou exame necroscópico do corpo para iniciar as investigações.
Fonte: G1
Alguns artistas infelizmente nos deixaram muito cedo, antes mesmo de completar 30 ou 40 anos. As causas das mortes são variadas, passando por problemas de saúde, acidentes e, até mesmo, tragédias que comoveram o público.
Confira 10 exemplos na lista:
Leila Diniz

Primeira estrela das novelas da Globo, Leila Diniz esteve na novela pioneira da emissora, Ilusões Perdidas, além de Paixão de Outono, Um Rosto de Mulher, Eu Compro Esta Mulher, O Sheik de Agadir, A Rainha Louca e a mal-sucedida Anastácia, a Mulher sem Destino.
Ainda atuou em tramas da TV Rio, TV Excelsior e TV Tupi, onde fez sua última novela, E Nós, Aonde Vamos?.
Leila morreu no auge da fama, em 14 de junho de 1972, aos 27 anos, num acidente aéreo na Índia.
Lauro Corona

Galã da Globo, foi destaque em diversas novelas nos anos 1970 e 1980, como Dancin’ Days, Baila Comigo, Vereda Tropical, e Corpo e Corpo.
Lauro Corona morreu em 20 de julho de 1989, aos 32 anos, algum tempo depois de deixar o elenco da novela Vida Nova, da Globo, para intensificar seu tratamento contra a doença.
Daniella Perez

Filha da autora Glória Perez, a promissora atriz morreu em 28 de dezembro de 1992, com apenas 22 anos, assassinada pelo colega de elenco Guilherme de Pádua e por sua então esposa Paula Nogueira Thomaz, enquanto fazia a novela De Corpo e Alma.
O crime chocou o Brasil pela brutalidade. O ex-ator e sua ex-esposa foram condenados a 19 anos de prisão, mas cumpriram apenas seis.
Graças aos esforços de Glória Perez, que fez uma grande mobilização popular, a legislação penal foi alterada.
Cláudia Magno

Atriz que participou de diversas novelas da Globo, principalmente nos anos 1980, se destacando em Tieta, Cláudia Magno morreu em 5 de janeiro de 1994, aos 35 anos, em virtude de insuficiência respiratória aguda em decorrência da Aids.
Quando nos deixou, estava trabalhando em Sonho Meu.
Chris Pitsch

Chris fez apenas uma novela: o remake de A Viagem, quando viveu Bárbara. A atriz morreu praticamente um ano após o término da trama, em 20 de outubro de 1995, aos 24 anos, após sofrer um infarto fulminante.
Alexandre Lippiani

Lippiani despontou em Sassaricando (1987), quando viveu o personagem Tavinho; depois, fez Boca do Lixo, Lua Cheia de Amor, Pantanal, O Fantasma da Ópera, Sonho Meu e Explode Coração.
O ator morreu em 24 de maio de 1997, aos 32 anos, após seu carro se chocar com um poste no Rio de Janeiro (RJ).
Ele vivia o Padre Eurico em Xica da Silva, da Manchete, recebendo uma homenagem da emissora em sua última cena gravada na produção.
Antônio Firmino

Antônio Firmino fez diversas participações em tramas da Globo, como Pé na Jaca, Duas Caras, Viver a Vida, Passione e Morde & Assopra. Seu último papel veio em 2013, quando viveu Evandro, em Sangue Bom.
O ator foi encontrado morto dentro de casa, no Rio, no dia 12 de novembro de 2013. Aos 34 anos, ele foi vítima de morte súbita.
Flora Diegues

Filha do cineasta Cacá Diegues, Flora morreu em 2 de junho de 2019, aos 34 anos. Ela lutava contra um câncer no cérebro há três anos.
A atriz teve poucos papeis na televisão, participando das séries Questão de Família e Sob Pressão e das novelas Além do Tempo e Deus Salve o Rei.
Gabi Costa

Se destacando como Nazira em Órfãos da Terra, Gabi Costa também morreu em 2 de junho de 2019, aos 33 anos, no Rio de Janeiro.
A atriz, que também participou de Aventuras do Didi, Zorra Total, A Grande Família, Tapas e Beijos, O Rebu, Sol Nascente e Malhação, foi encontrada desacordada dentro de casa e levada ao Hospital Municipal Jorge Lourenço, na Barra da Tijuca.
Ela morreu por uma causa cardiorrespiratória.
Léo Rosa

Galã de novelas da Record, como Vidas Opostas, Amor e Intrigas e Promessas de Amor, Léo Rosa morreu em 9 de março de 2021, aos 37 anos.
O ator lutava contra um câncer raro nos testículos desde 2018. Fora do ar desde 2016, quando fez Escrava Mãe, ele fez uma pequena participação em Amor de Mãe, no ano passado.
FONTE: TVHISTORIA
A notícia que um novo integrante chegaria na família era para ser uma surpresa de Jasmine Alaniz aos irmãos Diego e Leomar Rodriguez. De olhos fechados, ela colou nas mãos deles um teste positivo de gravidez de farmácia. No entanto, ao pedir que abrissem os olhos, um deles achou que se tratava de um cigarro eletrônico e o colocou na boca para euforia da irmã.
— Eu disse para Leomar e Diego fecharem os olhos porque eu queria que eles abrissem os olhos ao mesmo tempo e ficassem surpresos, mas meu irmão Diego nunca abriu os olhos — contou Jasmine para o BuzzFeed dos EUA.
O vídeo viralizou no TikTok e já conta com mais de 15 milhões de visualizações.
— Quando ele colocou o teste na boca, instantaneamente provou o xixi e cuspiu. Ele ficou chateado, mas, quando mostramos o vídeo depois, foi simplesmente uma boa lembrança para olhar para trás e rir — brincou ela, que espera o segundo filho, previsto para maio.
FONTE: YAHOONOTICIAS
Silvio Santos careca, ator enterrado vivo e mais: 5 lendas da TV brasileira
by Claudio
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THELL DE CASTRO
Silvio Santos careca, ator enterrado vivo, Cid Moreira de bermuda e muito mais. A televisão brasileira é cheia de histórias que se tornaram populares com o passar dos anos, mas não passam de lendas urbanas
Câmera quebrada

A primeira surgiu logo no primeiro dia de funcionamento da televisão brasileira. Em 18 de setembro de 1950, Assis Chateaubriand (1892-1968) teria quebrado uma garrafa de champagne numa das duas câmeras da TV Tupi durante a inauguração da emissora. Além disso, muita gente fala que após o espetáculo inaugural, a equipe percebeu que não havia preparado nada para colocar no ar no dia seguinte.
Então diretor artístico do primeiro canal brasileiro, Cassiano Gabus Mendes (1929-1993) jurava que nada disso era verdade.
“É tudo invenção do Lima Duarte. Como ele é muito engraçado, as pessoas acabavam se convencendo”, declarou em 1993.
De acordo com o profissional, a emissora contava com grade de programação para três semanas e seu proprietário não seria louco de danificar um equipamento importado caríssimo em plena inauguração.
Silvio Santos careca

Alguns anos depois, em 1971, surgiu outra história: Silvio Santos, então no auge como animador de auditório nos domingos da Globo, seria careca. A revista Melodias, inclusive, publicou uma foto exclusiva de Silvio dessa forma.
Mas tudo não passou de uma montagem, destinada a salvar a publicação, que vivia uma crise financeira. O veículo era dirigido por Plácido Manaia Nunes (1934-2007), criador do Troféu Imprensa e amigo de longa data do apresentador.
O mito sobre os cabelos de Silvio permanece até os dias atuais, sendo revivido, há alguns anos, quando Maisa Silva teria puxado a peruca do apresentador.
Ator enterrado vivo

Pouco depois disso, em 18 de agosto de 1972, morria Sérgio Cardoso (1925-1972), um dos principais nomes do teatro e da televisão naquela época. Ele tinha 47 anos e sofreu um ataque cardíaco. A morte do ator, que vivia o protagonista da novela O Primeiro Amor, da Globo, comoveu o Brasil. Mais de 15 mil pessoas compareceram ao seu enterro, no Rio de Janeiro (RJ).
Em seguida, surgiu um boato, repercutido em toda a mídia brasileira, de que Cardoso sofria de catalepsia, uma doença rara que deixa os membros rígidos por horas, como se a pessoa estivesse morta.
Por causa disso, o ator teria sido enterrado vivo. A família sempre desmentiu essa história e garantiu que ele morreu de ataque cardíaco. O caixão, inclusive, nunca teria sido aberto – outra versão da história dizia que o corpo de Cardoso estava virado de bruços, com arranhões no rosto.
“Ninguém tem dúvida, nem os médicos, nem a família. O resto do público eu espero que não tenha mais”, disparou a atriz Nydia Licia (1926-2015), esposa do ator, em entrevista ao Fantástico, em 1979.
Cid Moreira de bermuda

Lendário apresentador do Jornal Nacional entre 1969 e 1996, Cid Moreira aparecia diariamente na televisão de paletó, mas usaria bermuda por trás da bancada. Essa é outra história frequentemente difundida pelo público e pelos meios de comunicação, inclusive programas humorísticos, nos anos 1980 e 1990.
Cid jura que isso aconteceu somente uma vez, durante o Carnaval.
“Me atrasei por causa de um temporal e não deu tempo de passar na minha casa para me compor. Então fui daquele jeito e só usei o paletó que tinha lá no armário. Camisa, gravata e tal. Foi um sufoco. Até hoje eu sonho com isso”, declarou o locutor em vídeo publicado no Instagram.
Atentado interrompeu Dragon Ball Z

Outra lenda urbana da televisão brasileira é mais “recente”. Em 11 de setembro de 2001, o plantão da Globo informando que o primeiro avião bateu no World Trade Center teria interrompido um dos principais momentos do desenho Dragon Ball Z.
Apesar de muita gente jurar que o fato é verdadeiro – o que é conhecido como “efeito Mandela”, quando um grupo de pessoas tem certeza de algo, mas não passa de uma memória falsa –, o desenho não era exibido no momento do acontecimento.
De acordo com relatórios do Ibope da época, descobertos pelo jornalista Diogo Cavalcante, de Recife (PE), a Globo exibia outra animação: Garrafinha.
Dragon Ball era exibido diariamente após às 11h e o primeiro plantão foi ao ar às 10h.
FONTE: TVHISTORIA
SOBRE O AUTOR
Apaixonado por televisão desde a infância, Thell de Castro é jornalista, criador e diretor do TV História, que entrou no ar em 2012. Especialista em história da TV, já prestou consultoria para diversas emissoras e escreveu o livro Dicionário da Televisão Brasileira, lançado em 2015
A sigla LGBTQIA+ inclui letras que podem ser usadas para explicar a orientação sexual, a expressão e a identidade de gênero de muita gente. O “Q”, de “queer” (pronuncia-se “cuir”, em português, com o “ir” de forma acentuada), é a letra com que a artista Valentina Schmidt, filha do apresentador do BBB Tadeu Schmidt, se identifica para expressar como vive o amor e as relações afetivas.
“Sou ‘queer’, ou seja, no meu caso, minha orientação sexual e atração emocional não correspondem à heteronormatividade”, escreveu em uma publicação no Instagram. “Eu me amo e amo todes [uso de linguagem neutra] vocês. Essa sou eu. Simples assim”. Também esclarece que, para se dirigir a ela, as pessoas devem usar os pronomes “ela/dela”.
Mais comum no movimento fora do Brasil, o termo “queer”, traduzido como “estranho”, é uma forma de reconhecer as pessoas que não se encaixam no que impõe a estrutura heterossexual, que valida como “norma” se sentir atraído somente pelo gênero oposto. Mas, afinal, o que significa essa palavra?.
De pejorativo a motivo de orgulho
No texto publicado no Instagram, escrito em inglês e em português, Valentina Schmidt diz que “se sente confortável” com o adjetivo. Acontece que, desde os anos 1980, pessoas LGBTQIA+ têm se dedicado a fortalecê-lo como um viés positivo; antes, o “queer” era usado de forma preconceituosa contra esse grupo.
Esse movimento acontece principalmente no discurso e na elaboração acadêmica e em países que falam inglês, como Estados Unidos e Inglaterra.
FONTE: UNIVERSAUOL
Teste de fidelidade: ‘Pedi pra uma desconhecida flertar com o meu namorado’
by Claudio
written by Claudio
“Até hoje me pergunto de onde eu tirei coragem para abordar uma desconhecida pelo Instagram e perguntar se ela toparia dar em cima do meu namorado: provavelmente por estar com a cabeça confusa devido a traições antigas e sentir que precisava sair daquela relação, mas ainda não ter força suficiente de tomar essa decisão.
Tive medo de como ela reagiria e o que poderia pensar de mim. Me surpreendi ao ver que era uma menina simpática, que entendeu a minha aflição e topou a ideia. Minha relação terminou, mas ganhei uma nova amiga.
‘Era um namoro tranquilo e sem brigas’
Eu e meu ex-namorado estávamos juntos havia dois anos e meio. Nossa relação era muito tranquila: nunca brigávamos e éramos um casal querido pelas pessoas próximas e pelas nossas famílias.
Não sou uma pessoa ciumenta e, até aquele momento, não tinha motivos para desconfianças. As coisas mudaram em um domingo, quando fomos à academia juntos. Eu precisei fazer um pagamento, mas tinha esquecido o cartão do banco em casa. Ele pediu para que eu segurasse suas coisas —carteira e celular— e se ofereceu para voltar e pegar.

Sozinha com os objetos dele, tive uma intuição de olhar seu celular. Eu tinha a senha, mas nunca tinha mexido no aparelho escondido. Daquela vez, no entanto, abri o Instagram e me deparei com três conversas dele com outras mulheres, todas de teor sexual bastante explícito.
Assim que ele voltou, eu já estava em choque e muito emotiva. Pedi que conversássemos em casa, mas antes mesmo de chegarmos, ele começou a chorar e a me pedir desculpas. Disse que sabia que estava errado, mas que tinha um problema e estava disposto a mudar. Jurou que as conversas eram apenas virtuais, que jamais tinha me traído.
Eu mantive a calma, não gritei, nem fiz escândalo, mas sugeri que terminássemos. Ele chorou novamente e, pressionada, pedi que déssemos pelo menos um tempo, para que eu conseguisse colocar as ideias no lugar.
‘Pela insistência, decidi dar mais uma chance’
O combinado era que não nos falássemos por algumas semanas, mas ele não respeitou meu pedido. Sabendo dos meus horários de estágio e faculdade, me mandava mensagens pedindo para que nos encontrássemos. Ia à igreja, começou a fazer terapia e me contava tudo, a fim de me comover. Eu, que moro sozinha na capital para estudar, vivi momentos de muita fragilidade.
Antes, costumava passar os finais de semana com os pais dele, mas agora não tinha ânimo nem de sair com amigas. Por causa disso, acabei cedendo e nos encontramos para jantar.
Ouvi juramentos de que tudo seria diferente, de que ele mudaria para ser a pessoa com quem eu merecia estar. Decidi dar mais uma chance. A reconciliação foi um momento de felicidade, inclusive para os nossos pais, que torciam pela relação. Mas, no fundo, ainda existia uma dúvida enorme dentro de mim.
‘Pedi para uma desconhecida dar em cima dele’
Quando estávamos juntos, se chegava uma notificação no celular dele, já me sentia estranha. Separados, era ainda pior. Minha saúde mental não estava em ordem e me pegava pensando, até durante as aulas da faculdade, com quem ele estaria falando e o que estaria fazendo. Sabia que não poderia continuar assim.
Então bolei um plano: pedir para que alguma mulher, de preferência que fizesse seu estilo, começasse a paquerá-lo, para saber como seria a reação. Comentei com a minha mãe e ela me disse que aquilo era uma bobagem: ele estava determinado a ser fiel, não mentiria e nem me enganaria mais. Ainda assim, algo me dizia para continuar.
Vi o vídeo de uma menina de Salvador muito bonita no TikTok e procurei seu perfil no Instagram, mas logo vi que ela tinha muitos seguidores e achei que isso dificultaria o processo.
Então, a própria rede me sugeriu para seguir uma outra menina, também muito bonita, e decidi pedir a ajuda dela via mensagem privada. Claro que tive medo do que ela iria pensar. E se eles fossem amigos e ela contasse tudo? Mas, assim que puxei assunto e expliquei minha situação, a menina aceitou me ajudar.
Pedi que ela passasse a segui-lo nas redes sociais e reagisse às postagens dele. Combinávamos cada mensagem trocada.
Fazia menos de um mês que havíamos reatado: ainda assim, ele correspondeu às investidas a tal ponto de marcar um encontro presencial com ela, após quatro dias de conversa. ‘Ele pensou que veria a amante, mas quando abriu a porta, deu de cara comigo’ Muita gente se pergunta por que eu levei a história adiante até um encontro presencial, por que não terminei assim que a troca de mensagens começou.
A verdade é que uma parte de mim queria acreditar que ele não teria coragem de ir até a casa de outra mulher. Até o último minuto, eu pensava que ele cancelaria a qualquer momento.
Para não expor a menina que estava me ajudando, pedi que ela passasse o endereço de uma amiga e fui para lá. No caminho, ele enviou uma mensagem dizendo que havia parado para comprar camisinhas, o que não deixa dúvida das suas intenções. Depois, tocou a campainha. Quando abriu, deu de cara comigo. Foi mais uma rodada de lamentações, mas, desta vez, sabendo que não teria volta.
Eu esperava o melhor, mas estava pronta caso o pior acontecesse. Fiz questão de ir até as últimas consequências porque, se em algum momento pensasse em voltar, me lembraria do que passei e saberia que o certo para mim era buscar ser uma mulher independente, que iria encontrar um companheiro melhor.
Hoje, não estamos mais juntos, mas ganhei uma amiga: continuo conversando com a garota que me ajudou, descobrimos gostos e amigos em comum e nos falamos sempre.”
Lara Costa Santos, 22 anos, estudante, de Salvador (BA)
FONTE: UNIVERSAUOL
Pode até parecer simples, mas uma boa noite de sono exige alguns requisitos. Durante o sono, nosso cérebro continua a monitorar o ambiente, equilibrando assim, a necessidade de proteger a qualidade do sono com a necessidade de acordar.
De acordo com uma nova pesquisa publicada no JNeurosci, um exemplo de como o cérebro consegue isso é respondendo seletivamente a vozes desconhecidas em vez de vozes familiares.
Os pesquisadores da Universidade de Salzburg mediram a atividade cerebral de adultos em resposta a vozes familiares e desconhecidas enquanto dormiam. As vozes desconhecidas provocaram mais complexos K, que é um tipo de onda no cérebro ligada a perturbações sensoriais durante o sono, em comparação com vozes familiares.

Por mais que as vozes familiares também possam desencadear complexos K, somente aquelas desencadeadas por vozes desconhecidas são acompanhadas por mudanças em grande escala na atividade cerebral ligadas ao processamento sensorial.
As respostas cerebrais à voz desconhecida aconteceram em menor frequência à medida que a noite avançava e a voz se tornava mais familiar, passando a mensagem para o cérebro que ainda pode aprender durante o sono. Esses resultados sugerem que os complexos K permitem que o cérebro entre em um “modo de processamento sentinela”, ou seja, onde permanecemos adormecidos e com a capacidade de responder a estímulos relevantes.
FONTE: OLHAR DIGITAL
Operação policial apreende helicóptero com 250kg de cocaína e prende 3 homens por tráfico de droga
by Bruno
written by Bruno
Uma operação conjunta realizada pela Polícia Federal e pela Polícia Militar do Estado de São Paulo apreendeu na tarde de sexta-feira (21/01) um helicóptero da marca Robinson, do modelo R44, que transportava quase 250 quilos de cocaína, em João Ramalho(SP).
Os policiais federais receberam informações de que uma aeronave estaria fazendo diversos pousos e decolagens suspeitos em uma área de plantação de cana-de-açúcar.
Após identificarem o local, os policiais federais, contando com o apoio do helicóptero Águia, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, abordaram a aeronave e encontraram a carga de droga, que totalizou o peso de 246,100 quilos distribuídos em 225 tabletes.
Três homens, com idades entre 26 e 34 anos, foram presos em flagrante, incluindo o piloto do helicóptero e outros dois suspeitos de dar apoio em solo para o reabastecimento da aeronave e a retirada da droga.
Eles, que são moradores de João Ramalho e Quatá (SP), irão responder por tráfico de droga e associação para o tráfico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia da Polícia Federal, em Presidente Prudente (SP), para onde o helicóptero apreendido com a droga foi levado por um caminhão de guincho via transporte terrestre.
Também foi apreendida uma picape que dava apoio terrestre ao transporte da cocaína. Havia no veículo um galão de combustível que a polícia suspeita de que seria utilizado no reabastecimento da aeronave.
Os policiais também encontraram e apreenderam três carabinas que estavam escondidas em meio à vegetação juntamente com dois cartuchos de munição, sendo um deflagrado e outro intacto.
O delegado Daniel Coraça Júnior, da Polícia Federal, explicou que quando os policiais chegaram ao local da apreensão do helicóptero os tabletes de cocaína já haviam sido retirados da aeronave.
Segundo ele, os traficantes não tiveram tempo de fazer o reabastecimento do helicóptero e acabaram presos quando os policiais chegaram ao local.
Foram encontrados escondidos em uma mata próxima galões de combustível que seriam utilizados no reabastecimento do helicóptero.
Os três homens presos, segundo a Polícia Federal, confessaram o envolvimento com o transporte da droga.
O delegado salientou que a Polícia Federal já tem recebido denúncias de voos suspeitos de fazer o transporte de droga na região de Presidente Prudente.
Fonte: G1


