Irmã da vítima chegou a ser detida suspeita de ter ateado fogo no irmão, mas foi liberada por falta de provas que justificassem a prisão em flagrante. Caso segue sendo investigado.
Um homem de 41 anos morreu na madrugada desta quarta-feira (11) após ter 95% do seu corpo queimado em Garça (SP). A irmã dele chegou a ser detida pela Polícia Militar suspeita de ser autora do crime, mas não ficou presa em flagrante.
A vítima foi identificada como Roberto Araújo Alexandre. Ele sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau e foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas não resistiu.
A Polícia Militar foi chamada por volta das 19h desta terça-feira (10) até casa na rua Salvador Zago, no Jardim Nova Garça, mas quando a equipe chegou no local uma unidade do Resgate do Corpo de Bombeiros já fazia o atendimento.
De acordo com nota oficial da PM, a irmã chegou a ser detida porque durante o atendimento o homem teria dito que ela ateou fogo no corpo dele.
Apesar dessa informação, testemunha ouvida pelo delegado de plantão não a confirmou e, segundo a polícia, não havia provas suficientes para deixar a irmã da vítima presa em flagrante. O caso foi registrado como homicídio e será investigado pela Polícia Civil.
Fonte: g1


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